8 de mai. de 2010

Pai, és só de nome.




Não tenho orgulho em ti. És um pesadelo, e fazes-me vivelo contigo.
Gritas, humilhas-me e punes-me mesmo sem eu ter feito algum mal.
O carinho, amor e ternura que todos teem, tu nunca me deste.
Para ti eu sou a ''aberração'' não é?

Odeio-te ''pai''.

Só preciso que saias da minha vida!

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